Hipolabor ensina: como identificar diabetes em uma pessoa?

Hipolabor ensina: como identificar diabetes em uma pessoa?

Em 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma campanha contra uma doença que já ultrapassou os 400 milhões de pessoas e tem crescido a cada ano. Identificar diabetes e passar a conviver com ela significa ter que manter uma série de cuidados por toda a vida.

Buscar informação e acompanhamento profissional especializado são duas atitudes fundamentais a serem tomadas para não deixar que ela comprometa ainda mais a saúde e o bem-estar.

Para saber mais sobre o assunto, acompanhe o post a seguir:

O que é diabetes?

Primeiro, é importante distinguir os dois tipos de diabetes mellitus para saber identificá-los melhor:

  • diabetes tipo 1: é um doença crônica que decorre da insuficiência do pâncreas em produzir — pouca ou nenhuma — insulina. Com isso, os níveis de glicose são elevados acima da normalidade. Os principais afetados são as crianças e adolescentes.
  • diabetes tipo 2: ela combina a insuficiência com a resistência do próprio corpo à insulina. Normalmente, está ligada a fatores como obesidade e sedentarismo, sobretudo depois dos 40 anos. A maioria dos diabéticos desenvolve o tipo 2, que costuma ser silenciosa e não apresentar muitos sintomas até que o quadro esteja bastante alterado.

Quais são os principais sintomas externos para identificar diabetes?

Os sintomas do diabetes tipo 1, que geralmente se manifestam nas crianças, são sinais para alertar os pais a procurarem um profissional que possa avaliar o caso. Entre eles estão:

  • sede constante;
  • cansaço, sonolência e falta de disposição até mesmo para brincar;
  • emagrecimento, mesmo mantendo boa alimentação;
  • excesso de urina, sendo que muitas vezes a criança volta a fazer xixi na cama.

Já em casos de diabetes tipo 2, é comum que a doença se estenda silenciosa por anos até que algumas complicações comecem a chamar atenção. Além dos sintomas já citados acima, na maioria das situações podem ser percebidos outros fatores como:

  • alterações na visão, como vista embaçada e dificuldade para enxergar;
  • sensação de formigamento e coceira pelo corpo;
  • má circulação sanguínea, que pode causar até disfunção erétil;
  • fome excessiva e perda de peso;
  • cicatrização deficiente das feridas;
  • maior frequência de infecções, por distúrbios do sistema imunológico.

Como o diagnóstico pode ser feito?

O exame de sangue é o mais indicado para avaliar o nível de glicose e determinar a existência ou não do diabetes. Os mais comuns são o teste da picada do dedo e o exame de sangue da glicose em jejum.

Logo, é imprescindível visitar regularmente um bom médico para fazer um check-up, de preferência anualmente. Essa prioridade deve ser reforçada principalmente depois dos 40 anos, que constitui uma faixa de risco da doença.

Que cuidados são necessários?

A partir do diagnóstico confirmado, deve-se manter um acompanhamento especial para controlar sempre os níveis de glicose, evitando maiores complicações. Profissionais da saúde como o endocrinologista, diabetologista e nutricionista são os mais recomendados.

Seguir as orientações, tomar os medicamentos prescritos e manter uma dieta equilibrada, buscando reduzir a quantidade de carboidratos ingeridos, são medidas que fazem toda a diferença para a eficácia do tratamento.

A prática de exercícios físicos também é bastante útil para estimular o organismo a consumir o açúcar no sangue e baixar suas taxas. Se houver casos na família, tais cuidados podem ser tomados ainda para a prevenção do problema.

De qualquer maneira, é essencial manter o alerta e hábitos mais saudáveis durante a vida, que possam afastar doenças como o diabetes. Dessa forma, a qualidade de vida é preservada e mais garantida.

Conseguiu aprender um pouco mais sobre como identificar diabetes? Agora, que tal informar-se também a respeito da hereditariedade das doenças oculares? Nos vemos no próximo post!

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