Arritmia cardíaca: entenda o que causa e quais são os possíveis tratamentos

Arritmia cardíaca: entenda o que causa e quais são os possíveis tratamentos

Problemas no coração estão se tornando cada vez mais comuns em nossa sociedade. Isso se deve não apenas aos hábitos de vida pouco saudáveis, mas também à melhora dos métodos de exame que permitem diagnósticos mais precisos.

Diante desse contexto, compreender melhor o que é a arritmia cardíaca é essencial. Esse mal assusta muita gente, mas pode ter um curso benigno, especialmente quando é adequadamente tratado.

Ficou interessado? Então confira o conteúdo que preparamos a seguir e descubra tudo o que você precisa saber sobre o assunto:

O que é a arritmia cardíaca

É quando padrão de batimentos do coração se desregula, ou seja, o órgão tem seu ritmo e velocidade alterados sem uma razão momentânea. Isso pode ocorrer por um aumento (taquicardia), por uma diminuição (bradicardia) ou por um total descompasso (disritmia) das batidas.

Esse desalinhamento, que tem como causa algumas alterações elétricas, pode ser benigno (quando não altera o bem-estar do paciente e o desempenho das funções do coração) ou maligno (quando há efetivamente um comprometimento na vida do paciente e o risco maior de parada cardíaca e morte súbita).

Causas

Os motivos são extremamente variados. Em alguns casos, por exemplo, o defeito elétrico é genético e a pessoa já nasce com essa condição. Em outros, porém, ele pode ser desencadeado por uma série situações, como hipertensão, placas de ateroma nas artérias, insuficiência cardíaca, diabetes, hipo ou hipertireoidismo.

A arritmia também pode surgir em decorrência de alguns hábitos nocivos para o organismo, entre os quais se destacam estresse, tabagismo, alcoolismo, pratica excessiva de atividades físicas intensas, uso de drogas, ingestão excessivo de cafeína e utilização inadequada de alguns medicamentos.

Sintomas

A patologia pode ser uma doença silenciosa, com poucos ou nenhum sintoma. Em alguns casos, só é identificada em exames de rotina, especialmente quando o curso do problema tende a ser benigno. Entretanto, existem situações nas quais os sintomas são bastante incômodos e perigosos.

Podemos destacar dor e desconforto no peito, desmaios, tonturas, fraqueza, vertigens, suor frio e excessivo, sensação de nó na garganta, batimentos acelerados ou lentos, falta de ar, palidez ou até mesmo a impressão de que o coração pulou uma batida. Vale lembrar de que nem sempre esses sintomas indicam arritmia!

Tratamento

Os tratamentos variam de acordo com o caso e o estágio da arritmia. Nos casos mais leves, pode ser que não haja a necessidade de nenhum tipo de intervenção ou remédios, sendo indicado apenas um controle mais rígido da saúde geral por meio de exames — alguns dos quais específicos para o coração.

Já nos casos mais graves, as opções vão desde a prescrição de medicamentos antiarrítmicos até a aplicação da desfibrilação ou cardioversão, um choque elétrico dosado no tórax para que o coração retome o ritmo correto dos batimentos.

Para quem tem episódios recorrentes há ainda a ablação, cirurgia minimamente invasiva na qual um cateter flexível é inserido nos vasos sanguíneos até chegar ao miocárdio e eliminar os sinais elétricos que estavam causando o descompasso.

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