Hipalabor ensina: 7 cuidados ao lidar com recém-nascidos

Hipolabor ensina: 7 cuidados ao lidar com recém-nascidos

Logo após o parto vários cuidados especiais devem ser tomados com o recém-nascido, de modo a garantir sua saúde e protegê-lo já de algumas doenças que ele pode entrar em contato. Esses momentos de separação geram muita ansiedade, tanto na mãe quanto no bebê, e o profissional da enfermagem, geralmente o responsável pelos cuidados, deve sempre tentar minimizá-los, estimulando ao máximo a criação de um vínculo entre o bebê e os pais.

Quer descobrir então quais são os cuidados necessários ao recém-nascido no pós-parto? Continue acompanhando o nosso post!

Avaliação inicial

Logo ao nascer, o bebê deve ser avaliado quanto aos seus principais sinais vitais e quanto ao seu estado geral. Avalia-se a frequência cardíaca, o esforço respiratório, o tônus muscular, a irritabilidade reflexa e a cor, ou seja, se há cianose ou se o bebê está todo róseo. Esses critérios são utilizados no cálculo do Apgar, que determina se é necessário assistência ventilatória ou medidas de reanimação cardiopulmonar. Caso o bebê esteja bem, todas os outros cuidados se seguirão sem qualquer preocupação.

Identificação de malformações

Durante a primeira avaliação do bebê e nos minutos que se seguem um dos principais objetivos é a identificação de quaisquer malformações que possam acarretar prejuízo imediato à saúde e que devam ser resolvidas rapidamente. Isso é feito por meio da verificação de suspeitas levantadas durante o pré-natal, como o de atresia esofágica, ou do simples exame físico do recém-nascido, como defeitos de fechamento da parede abdominal ou do tubo neural. Caso alguma malformação seja identificada, cuidados específicos devem ser tomados.

Manutenção da temperatura

Ao sair do útero, o bebê é exposto ao frio da sala de parto e deve ser aquecido para conseguir manter a temperatura corporal. A melhor maneira de aquecê-lo é estimulando o contato pele a pele com a mãe, contando com a ajuda de um cobertor. Esse momento é fundamental para a mãe que esperou tanto para ver a criança, para a criança se tranquilizar após esse primeiro momento de estresse e ajuda, inclusive, a reduzir a perda de peso que os bebês costumam ter nos primeiros dias de vida.

Primeiros medicamentos

A injeção de vitamina K, administrada por via intramuscular ou subcutânea, visa a prevenção de deficiências dessa vitamina e, assim, a prevenção de hemorragias. O colírio de nitrato de prata protege os olhos da conjuntivite gonocócica, que ocorre caso o bebê tenha se contaminado pela Neisseria gonorrhoea durante o parto. O colírio deve ser aplicado com até 1h de nascimento, devendo-se massagear as pálpebras para garantir que o nitrato banhe toda a conjuntiva. Quando não tratada, a conjuntivite gonocócica pode levar à cegueira. Ambos os medicamentos devem ser utilizados em todos os bebês.

Vacinas

Antes de deixar o hospital, o bebê já dá início ao seu cartão vacinal recebendo a vacina BCG, que protege contra formas graves de tuberculose, no braço direito e a primeira dose da vacina de hepatite B. Essas são apenas as primeiras de muitas vacinas que o bebê receberá nos seus primeiros anos de vida, cabendo muitas vezes ao enfermeiro dos centros de saúde ficar sempre de olho se o cartão está atualizado ou não.

Dados antropométricos

Os dados de antropometria do bebê ao nascimento são importantes tanto para a avaliação de seu desenvolvimento intrauterino quanto para acompanhamento pediátrico. As principais medidas são as de peso, comprimento, perímetro cefálico, perímetro abdominal e perímetro torácico.

Identificação do bebê

Para não haver problemas, a identificação do bebê é sempre rigorosa. Deve-se registrar no prontuário a impressão plantar e digital do recém-nascido, assim como a impressão digital da mãe, e colocar pulseiras de identificação em ambos.

Você tem mais alguma dica de cuidados com recém-nascidos? Conte para a gente nos comentários!

 

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