Quais são as responsabilidades da população em uma pandemia?

Quais são as responsabilidades da população em uma pandemia?

O surto do novo Coronavírus pegou todos de surpresa e tem causado impactos profundos em diversos setores da sociedade, principalmente a saúde e a economia. Muitos hospitais estão com leitos totalmente ocupados. Novos hospitais de campanha estão sendo construídos para abrigar os doentes em situação de saúde mais crítica.

A pandemia paralisou muitas atividades ao redor do mundo. Em uma tentativa de conter a transmissão do vírus, os líderes da maioria dos países estabeleceram o isolamento social e definiram a quarentena como um dos meios mais eficazes de combater de frear o surto.

Diante desse cenário, é importante entender que as pessoas também devem se proteger, de maneira individual e coletiva. Nesse sentido, se torna essencial conhecer as responsabilidades da população em uma pandemia. Afinal, o controle da propagação do vírus requer a conscientização da sociedade sobre as maneiras de prevenção e riscos de contágio.

Engana-se quem pensa que a responsabilidade recai somente sobre os médicos que trabalham na linha de frente em hospitais, cientistas e empregados que prestam serviços essenciais. Todos estão expostos aos riscos de contaminação. Portanto, você precisa saber como se proteger e proteger a sua família e como agir para evitar fazer parte das estatísticas.

Este artigo vai explicar as melhores práticas a serem tomadas pela população frente a uma pandemia tão séria, como a do COVID-19. Você vai conhecer os cuidados essenciais para se proteger e os hábitos que evitam e reduzem os riscos de contaminação. Acompanhe a leitura!

Entendendo o novo Coronavírus

No dia 30 de janeiro de 2020, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a contaminação pelo novo coronavírus (Covid-19) era Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. Trata-se do grau de alerta mais elevado da instituição — de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional.

Em 11 de março de 2020, cerca de 40 dias depois, o mesmo órgão anunciou a propagação de Covid-19 como uma pandemia — disseminação de uma nova doença a nível global, ou seja, a epidemia se espalhou por vários continentes e com a transmissão sendo feita de pessoa para pessoa. 

O Covid-19 foi nomeado pelo Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus como “Novo coronavírus” ou “SARS-CoV-2”. No entanto, em 30 de Janeiro de 2020, a OMS declarou a mudança do nome para COVID-19. Covid é a sigla para o termo “COrona VIrus Disease” (em português, doença do coronavírus). Enquanto que o número 19 indica o ano em que o vírus surgiu e foi catalogado pelos cientistas (em dezembro de 2019).

A mudança da nomenclatura foi feita pela OMS em uma tentativa clara de evitar a estigmatização e o crescimento de casos de xenofobia e preconceito contra outros países — no caso em tela, a população chinesa e do Oriente Médio. A resolução da OMS aconselha evitar nomes que têm relação com animais, objetos, indivíduos ou grupo de pessoas.

O Covid-19 originário da cidade de Wuhan, na China, vem sendo destaque em todo o mundo. As pessoas infectadas pelo vírus manifestam sintomas similares com aqueles observados no SARS e no MERS. No entanto, a letalidade parece ser menor. Por isso, o vírus consegue se transmitir com mais facilidade, uma vez que muitas pessoas são assintomáticas e outras acham que adquiriram um mero resfriado — fato que facilita a propagação do vírus.

Os tipos de coronavírus

O novo Coronavírus (Covid-19), cujo nome científico é SARS-CoV-2, faz parte de uma grande família viral, composta por outros vírus que já foram identificados e são conhecidos pelos cientistas, tendo se manifestado no ano de 1937. O coronavírus foi se transformando com o decorrer do tempo e ganhando novos aspectos. Em decorrência dessas mutações, os cientistas tiveram que atribuir nomes a cada um dos tipos do vírus.

Esses microrganismos, quando visualizados no microscópio, têm uma forma peculiar, lembrando o aspecto de uma coroa — por isso o nome. A família coronavírus é bastante extensa. A maioria desses microrganismos consegue causar infecções em humanos e animais, ocasionando sintomas simples, como os de uma gripe — tosse, coriza, espirros e dores de cabeça.

Por sua vez, alguns vírus que fazem parte desse grupo têm o potencial de ocasionar sintomas graves, como doenças respiratórias — pneumonia e síndrome respiratória.

Conheça, a seguir, os tipos identificados de coronavírus que foram nomeados pelos cientistas:

  • Beta coronavírus OC43 e HKU1;
  • Alpha coronavírus 229E e NL63;
  • MERS-CoV (Síndrome Respiratória do Oriente Médio ou MERS);
  • SARS-CoV (Síndrome Respiratória Aguda Grave ou SARS);
  • COVID-19 (o tipo mais recente). 

Um exemplo bastante conhecido é o SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome ou Síndrome Respiratória Aguda Grave), um tipo de coronavírus oriundo da China em 2002 e que foi se espalhando ao redor do mundo e levou 774 pessoas à morte (casos confirmados). Outro exemplo é o MERS, uma espécie de coronavírus documentada em 2012, que teve como foco o Oriente Médio e causou a morte de 800 pessoas.

A gravidade desse problema no Brasil

A gravidade desse problema no Brasil

 

O Brasil é um dos países com o maior foco de transmissão da doença. A estatística confirma isso. Até o dia 3 de maio, o país já ultrapassava a marca de 100 mil casos confirmados e 7000 mortes. O país apresenta inúmeras áreas com transmissão comunitária. Isso significa que, em virtude do número de casos, já se tornou impossível identificar o agente transmissor da doença.

Em uma tentativa de controlar a propagação desenfreada do vírus, a OMS e a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) estão fazendo recomendações para a prevenção e controle da doença no país.

Nesse sentido, o Brasil e todos os países que apresentam casos crescentes de Covid-19 foram orientados a estabelecer um período de quarentena para a população. A gravidade do problema se dá pelo fato de o país ser muito populoso. Enquanto isso, o número de leitos disponíveis não é suficiente para atender a demanda de doentes simultâneos. Essa situação é preocupante e pode desencadear um colapso no sistema de saúde hospitalar brasileiro.

Além disso, nosso país também contém muitas comunidades carentes e regiões onde há um saneamento básico ineficiente. Existem muitas residências precárias onde vivem famílias inteiras de até 10 pessoas ou mais. Portanto, qualquer indivíduo contaminado tem alta chance de transmitir o vírus para as pessoas que convivem na mesma casa.

Também há o fato de que estamos no outono e em breve será inverno (21 de junho). Logo, os casos de doenças respiratórias também aumentam, bem como a procura por hospitais. Com isso, os riscos de contaminação hospitalar são maiores. Todas essas situações contribuem para o alastramento rápido e sem controle da doença.

De qualquer forma, os países onde já foram diagnosticadas áreas com transmissão comunitária, o recomendado pelas autoridades sanitárias e de saúde é reduzir ao máximo o contato entre as pessoas. Afinal de contas, ainda não foi descoberta uma vacina capaz de imunizar a população contra o vírus.

A transmissão do COVID-19

O Covid-19 é uma doença com alto potencial de transmissão. Os cientistas ainda não conseguira identificar totalmente quais são as formas de contágio pelo vírus. Sabe-se que o principal modo de contaminação é o contato próximo com alguém infectado. Afinal, como isso acontece?

Conheça, a seguir, as principais maneiras de contágio pelo Covid-19.

Tosse

O Covid-19 compromete o pulmão e as vias respiratórias, causando infecções que podem levar até mesmo à pneumonia. Nesse sentido, um dos principais sintomas da doença é a tosse seca, forte e persistente.

Assim, quando a pessoa doente tosse, ela expele minúsculas gotículas contendo o vírus. Essas partículas podem cair diretamente sobre o rosto de outra pessoa saudável e adentrar rapidamente pela boca ou serem inalados pelo nariz. Trata-se de um caso típico de contaminação. Além disso, essas partículas podem cair sobre uma superfície e ali permanecer bom um período de tempo — ainda não determinado pelos cientistas.

Espirros

Assim como a tosse, o espirro é um meio de contaminação pelo Covid-19. Essa doença também se manifesta por meio de um resfriado, cujo principal sintoma é espirro. Assim, quando o indivíduo doente espirra, as gotículas infectadas de coronavírus saem de suas vias respiratórias e são expelidas para o meio externo. Essas partículas podem cair diretamente sobre outra pessoa, ou então ficarem pairando pelo ar. As partículas maiores costumam cair no chão, enquanto isso, as partículas menores e mais leves podem permanecer no ar por horas, facilitando a contaminação.

Gotículas de saliva

Quando a pessoa doente conversa com alguém, ela também expele gotículas de saliva que podem adentrar pelas vias respiratórias de outros indivíduos que estão próximos, que serão contaminados. Por isso, o uso da máscara é tão importante. Esse item traz proteção e impede que esses microrganismos sejam atirados no ar e contagiem outras pessoas. Os pesquisadores ainda não sabem ao certo o nível de eficiência das máscaras, mas por enquanto, é um dos melhores métodos de evitar a infecção.

Contato físico

O contato físico entre duas ou mais pessoas por meio de abraços e beijos é um vetor crucial para a propagação da doença. Afinal, quanto menor a distância entre as pessoas, maiores são os riscos de uma delas passar o vírus para outras.

Superfícies contaminadas

Como já vimos, ao tossir, espirrar ou falar, o doente expele gotículas cheias de vírus. Essas partículas podem cair em objetos e permanecer ali por um bom tempo. Mesmo que a pessoa portadora do Covid-19 esteja a alguns metros de distância.

Assim, se uma pessoa sadia tocar nesses objetos ou superfícies contaminadas, ela corre o risco de contrair a doença — contato direto com celulares, computador, maçanetas, teclas de máquinas de cartão de crédito, talheres, dinheiro, corrimão, entre outros tipos de utensílios e ferramentas. Por isso, evite o compartilhamento de qualquer objeto.

Medidas preventivas contra a transmissão do Coronavírus

Medidas preventivas contra a transmissão do Coronavírus

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil deram orientações importantes de como se prevenir contra o novo coronavírus. Em regra, as medidas para a proteção são as mesmas indicadas para o controle e prevenção de complicações respiratórias. No entanto, por se tratar de uma pandemia grave e em larga escala, foram estabelecidas outras recomendações.

Ressalta-se que algumas dessas medidas são hábitos contínuos que deve ser adotados para a vida toda, e não apenas para esse momento atípico. Conheça abaixo os cuidados básicos que devem ser utilizados pela população para se proteger adequadamente e reduzir o risco de contrair e transmitir o novo coronavírus.

Estar em isolamento social

Essa é a recomendação unânime entre a comunidade científica, médicos e pesquisadores. O distanciamento social e a consequente redução do contato entre as pessoas é, atualmente, um dos cuidados mais eficazes para controlar a propagação do Covid-19.

Assim, quanto menos pessoas estiverem reunidas em um mesmo ambiente, menores são as chances de contaminação pelas partículas do vírus. Com isso, há menos riscos de sobrecarregar os hospitais, o que evita que o sistema de saúde entre em colapso.

É por isso que os Estados brasileiros e a maioria dos países decretaram a quarentena. Trata-se de um período de distanciamento social que proíbe aglomerações, restringindo obrigatoriamente algumas atividades e o tráfego de pessoas.

Seguindo a essa determinação, empresas concederam home office aos empregados, as aulas foram canceladas e muitas delas estão sendo ministradas online, shows, festas e outros eventos corporativos foram cancelados. Além disso, cinemas, teatros, atrações turísticas e outros locais de lazer foram interditados. As companhias aéreas cancelaram a maioria dos voos, e grande parte dos aeroportos foi fechada.

Lavar as mãos frequentemente

A higiene correta das mãos é um fator muito importante para reduzir os riscos de contrair o Covid-19. Se porventura, você tocar e um objeto contaminado ou alguma partícula carregando o vírus cair sobre as suas mãos, você pode lavar as mãos e evitar que elas entrem em contato com a boca e o nariz.

A lavagem das mãos deve ser feita de modo rigoroso. Ou seja, de nada adianta passar apenas água. É necessário utilizar sabão e esfregar as palmas e dorsos das mãos, os dedos, unhas e o punho. Nesse mesmo sentido, as toalhas utilizadas para o enxágue devem ser trocadas e lavadas com mais frequência.

Usar as máscaras adequadamente

Caso precise sair de casa, é essencial usar máscaras cirúrgicas ou caseiras de pano para evitar o contato com agentes contaminados. É importante saber como utilizar as máscaras, caso contrário, elas podem ser tornar uma potencial fonte de contaminação. Os principais cuidados são:

  • colocar a máscara e ajustá-la, caso sobre muito espaço entre os lados;
  • evitar tocar a máscara, pois a superfície pode estar contaminada com o vírus;
  • remover a máscara pelas tiras de elástico;
  • não abaixar a máscara e deixá-la na região do pescoço para evitar contaminação.

Máscara cirúrgica

É descartável, ou seja, ela deve ser utilizada por, no máximo, 3 ou 4 horas, e ser descartada, ou então, quando ficar úmida. O descarte deve ser feito dentro de um saco plástico, tomando o cuidado para não tocar a superfície. Elas são recomendadas para os profissionais da área da saúde que prestam assistência a pacientes com sintomas respiratórios.

Máscara caseira

São confeccionadas com pano. Os tecidos mais eficientes e que conseguem impedir a passagem de partículas virais são cotton, algodão, saco de aspirador e tecido antimicrobiano. As máscaras caseiras funcionam como uma espécie de barreira física e impedem a passagem de gotículas expelidas pelo nariz ou da boca para o ambiente.

A vantagem é que não são descartáveis, ou seja, elas podem continuar a serem utilizadas, após a devida higienização. Para lavá-la, você deve utilizar sabão e água. Depois disso, deixe-a de molho em uma solução contendo hipoclorito de sódio ou água sanitária.

Utilizar álcool em gel para higienização

O álcool gel é um complemento para a higienização das mãos. Além disso, o uso também é aconselhado para desinfetar objetos, como celulares, maçanetas, cadeiras e outros itens, especialmente aqueles de uso coletivo. A OMS recomenda o álcool 70, ou seja, cuja composição tenha 70% de etanol (álcool etílico). Trata-se da fórmula considerada necessária para dissolver os microrganismos, como bactérias, fungos e os vírus.

Portanto, verifique a composição (porcentagem) de etanol na embalagem do produto, antes de adquiri-lo. Eles são facilmente comercializados em farmácias e supermercados. Tenha senso coletivo e não leve todo o estoque de álcool em gel para que outras pessoas também possam ter acesso ao item.

Buscar fontes confiáveis sobre o assunto

Evite propagar notícias de fontes duvidosas e não oficiais. Existem sérios riscos de as informações serem equivocadas — prejudicando as pessoas e causando alardes desnecessários. Não existem soluções mágicas para combater o vírus. Portanto, somente compartilhe conteúdos de sites confiáveis. O ideal é consultar o site do Ministério da Saúde. A página contém todas as informações necessárias para a população sobre o Covid-19.

Evitar locais com aglomeração

A quarentena foi decretada em quase todos os Estados do país, mas infelizmente, ainda vemos muitas pessoas desrespeitando o distanciamento social. Nesse momento, é necessária a conscientização coletiva da população. Portanto, evite circular por ambientes com grande número de pessoas. As chances de contaminação são altas. Caso precise sair de casa para fazer compras, ir à farmácia ou se exercitar, prefira ir em horários alternativos com menos probabilidade de aglomeração.

Evitar comprar remédios sem prescrição médica

Não faça a ingestão de remédios na intenção de prevenir ou tratar a Covid-19 sem a recomendação do médico. É necessário ter feito exames e obter um diagnóstico preciso antes de tomar qualquer atitude imprudente que pode trazer complicações sérias para a saúde.

Ainda não existe comprovação científica e médica de que medicamentos, como a cloroquina e hidroxicloroquina, auxiliam no combate e cura do coronavírus. Até o momento, se trata apenas de especulações. Na verdade, são remédios fortes e que apresentam efeitos colaterais graves, como arritmias cardíacas e infartos. Portanto, não se precipite. Os cientistas estão trabalhando incansavelmente para encontrar a cura. Enquanto isso, você deve seguir à risca as recomendações do médico e das autoridades de saúde.

Como essas ações podem impactar o futuro da doença

Como essas ações podem impactar o futuro da doença

 

As medidas de prevenção contra a propagação do coronavírus devem ser seguidas por todas as pessoas, de modo consciente e contínuo. Nesse sentido, os números de contaminação tendem a se tornar cada vez menores ao longo do tempo. Assim, o mundo poderá controlar a doença, pelo menos até que surja uma vacina que tenha o poder de combater o vírus.

Diante desse cenário, é fundamental adaptar a rotina aos novos tempos com o objetivo de enfrentar o coronavírus. Enquanto não há uma cura para a doença, a indicação é apostar no isolamento social. Desse modo, o número de infectados ficará na média esperada. Nesse sentido, o risco de superlotação de hospitais e não teremos que lidar com a falta de leitos suficientes para tratar os casos mais graves.

A importância de cuidar da saúde

É essencial cuidar da saúde e tempos de pandemia. O aumento da imunidade reduz os riscos de sofrer com resfriados e gripes. Assim, você não precisará se deslocar até o hospital para ser consultado por um médico — fato que aumentaria os riscos de contaminação.

Se você é jovem ou um adulto saudável, há chances de sentir apenas um resfriado — porém caso tenha alguma complicação de saúde, o quadro clínico pode se agravar. Além disso, muitas pessoas são assintomáticas, ou seja, não apresentam sintomas do Covid-19, mesmo que estejam contaminadas.

Portanto, mesmo que você seja uma pessoa saudável, é fundamental pensar no coletivo. Existem muitas pessoas que estão no grupo de risco e, caso contraiam a doença, ela poderá ser fatal. Os idosos, doentes crônicos e indivíduos que apresentam alguma condição especial fazem parte desse grupo — quem está em tratamento de câncer, transplantados, doentes renais, pessoas com pressão alta, asmáticos, quem apresenta imunidade comprometida etc.

Esse é o momento de pensar no coletivo e não mais no individual. Nesse sentido, entender as responsabilidades da população em uma pandemia é um fator fundamental para controlar o avanço da doença e minimizar os danos. Lembre-se de que cada um é responsável por manter a sua a própria saúde e segurança, mas também zelar pela proteção de todas as demais pessoas, a fim de impedir a propagação da doença.

A informação é uma arma muito importante que as pessoas têm para combater a transmissão do Covid-19. Ainda tem alguma dúvida sobre a doença? Então, clique no link e tire todas as suas dúvidas sobre o Coronavírus!

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